Diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, João Batista enaltece coragem de Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar em defesa da colegialidade no TCE-MT

 João Batista enaltece coragem de três conselheiros do TCE-MT em defesa da colegialidade



Ativista e diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos destaca postura de Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar após nota de solidariedade a Waldir Teis

O ativista e diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, João Batista de Oliveira, fez questão de manifestar publicamente seu reconhecimento aos conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar, do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), pela decisão de tornarem pública uma nota de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis.

Para João Batista, a iniciativa dos três conselheiros representa uma demonstração de coragem, independência e compromisso institucional, especialmente por se tratar de uma manifestação pública em defesa da colegialidade e do respeito às diferentes posições dentro de uma Corte.

“Quero parabenizar e enaltecer os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar. Eles demonstraram coragem e grandeza institucional. Em momentos de divergência, muitas pessoas preferem o silêncio. Eles escolheram se manifestar e defender princípios que considero fundamentais para qualquer instituição colegiada”, afirmou João Batista.

Três conselheiros que tiveram coragem de se posicionar

Na avaliação do ativista, a atitude dos três conselheiros merece ser destacada porque eles poderiam simplesmente ter optado por não se manifestar.

“Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar poderiam ter ficado em silêncio. Não ficaram. Colocaram seus nomes em uma manifestação pública e assumiram a responsabilidade por aquilo que defendem. Isso, para mim, demonstra coragem e compromisso com a instituição”, destacou.

João Batista considera que a iniciativa dos três conselheiros vai além de uma manifestação de solidariedade pessoal a Waldir Teis.

“Eles não estão simplesmente defendendo uma pessoa. Estão chamando a atenção para valores importantes: independência funcional, colegialidade, pluralidade de entendimentos e respeito entre os membros de uma Corte. É uma postura que merece ser respeitada”, afirmou.

“Eles prestaram um serviço ao Tribunal”

Para o diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, a manifestação dos três conselheiros contribui para um debate necessário sobre o funcionamento de instituições colegiadas.

“Eu vejo a atitude desses três conselheiros como uma contribuição ao próprio Tribunal de Contas. Eles abriram espaço para uma reflexão importante sobre como uma Corte deve lidar com divergências internas. Isso fortalece o debate institucional”, avaliou.

João Batista fez questão de destacar individualmente os três parlamentares.

“Antonio Joaquim merece nosso reconhecimento pela firmeza. Guilherme Maluf merece reconhecimento pela disposição de se posicionar. E Alisson Alencar também merece nosso respeito pela coragem de colocar sua assinatura nessa manifestação. Os três demonstraram que têm compromisso com a instituição e com aquilo que entendem ser a preservação da colegialidade”, declarou.

Independência e respeito às divergências

Segundo João Batista, uma Corte colegiada precisa preservar o direito à divergência.

“Não existe colegiado verdadeiro se todos precisam pensar da mesma maneira. A pluralidade é necessária. Conselheiros precisam ter liberdade para apresentar suas posições, defender seus entendimentos e participar dos debates. É justamente dessa diversidade que nasce uma decisão colegiada”, afirmou.

Para ele, a nota assinada pelos três conselheiros merece atenção justamente porque chama a sociedade e a própria instituição para essa reflexão.

“Quando três conselheiros como Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar assumem publicamente essa posição, considero que devemos ouvir o que eles estão dizendo. É uma manifestação institucional que merece respeito e reflexão”, acrescentou.

Presidente deve exercer papel de conciliação

Ao elogiar os três conselheiros, João Batista também fez uma reflexão sobre o papel da Presidência do Tribunal.

Ele ressaltou que sua manifestação não representa um ataque pessoal ao conselheiro Sérgio Ricardo.

“Tenho respeito pelo conselheiro Sérgio Ricardo e pelo papel que exerce. Minha manifestação é uma reflexão sobre o peso e a responsabilidade da Presidência de uma Corte”, explicou.

Na avaliação de João Batista, a Presidência deve buscar sempre a conciliação.

“Quando o presidente entra em confronto público com seus próprios pares, isso me preocupa. Na minha visão, a Presidência de uma Corte exige uma postura muito diferente daquela de um parlamentar de oposição. O presidente precisa agir como um estadista, estar acima das disputas e ter a capacidade de dialogar, conciliar e unir os diferentes lados”, declarou.

Para o ativista, justamente por existir divergência entre integrantes de uma instituição, o presidente precisa exercer uma função ainda mais conciliadora.

“O presidente deve ser aquele que procura construir pontes. Precisa ouvir quem concorda e, principalmente, quem discorda. Precisa buscar o entendimento e preservar a harmonia institucional”, afirmou.

A coragem de defender o diálogo

João Batista voltou a destacar que sua principal mensagem é de reconhecimento aos três conselheiros.

“Quero deixar muito claro que meu objetivo principal é elogiar esses três homens públicos pela coragem. Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar demonstraram que uma divergência pode ser tratada com responsabilidade e que defender um colega também pode significar defender princípios institucionais”, disse.

Segundo ele, a postura dos conselheiros representa um exemplo de maturidade no serviço público.

“É preciso reconhecer quando alguém tem coragem de se posicionar. Eles não fizeram isso escondidos. Assinaram uma nota pública, colocaram seus nomes e apresentaram sua posição. Isso é responsabilidade e transparência”, afirmou.

“A sociedade precisa valorizar quem tem coragem institucional”

João Batista considera que manifestações como essa precisam ser analisadas com serenidade pela sociedade.

“Não estou dizendo que todos precisam concordar com Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar. Mas é preciso reconhecer o direito deles de se posicionarem e valorizar a coragem de fazer isso publicamente”, ressaltou.

O ativista concluiu reafirmando seu respeito aos três conselheiros.

“Como ativista e diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, quero registrar meu respeito e minha admiração pela postura de Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar. Eles demonstraram coragem, independência e compromisso com a discussão institucional. Que o diálogo prevaleça, que as diferenças sejam respeitadas e que a colegialidade continue sendo um dos pilares do Tribunal de Contas”, concluiu João Batista de Oliveira.

João Batista de Oliveira
Ativista e diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos

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